13/02/2020 às 08h00min - Atualizada em 13/02/2020 às 08h00min

Trio suspeito de matar e ocultar corpo de jovem em Cajati vai a júri popular

Corpo da jovem Lais Eduarda Alves Bernaldo nunca foi encontrado. Pai da filha da adolescente, a mulher dele e o irmão da esposa são acusados de cometer o crime.

Por G1 Santos
Lais Eduarda desapareceu em Cajati, no Vale do Ribeira — Foto: Arquivo Pessoal
Três suspeitos de matar e ocultar o corpo da jovem Lais Eduarda Alves Bernaldo, de 17 anos, estão sendo julgados no Fórum de Jacupiranga, no interior de São Paulo. O julgamento teve início na terça-feira (11) e a previsão é que seja encerrado nesta quarta-feira (12). A adolescente desapareceu no dia 28 de fevereiro de 2016 e, na época, o inquérito policial concluiu que ela havia sido morta. O corpo da jovem nunca foi encontrado.
 
Lais morava em Cajati, no interior de São Paulo. Ela foi à residência da avó para ajudar a cuidar dos sobrinhos e desapareceu no caminho de volta para a casa. O celular dela também não foi encontrado. Porém, a polícia apurou que a última ligação foi de Mauro Pontes Junior. Ele é o pai da filha de Lais e ex-chefe da jovem.
 
Mauro é um dos acusados de cometer o crime e, na época, confirmou à polícia que havia falado com a jovem no dia em que ela desapareceu. A esposa de Mauro, Bruna Keli Ferreira, e o irmão dela, Rafael Jean Ferreira, também são acusados de participar do homicídio.
 
O julgamento, que tramita pela 1ª Vara Criminal de Jacupiranga, teve início por volta de 12h de terça-feira (11) e seguiu até às 23h. Durante todo o dia, foram ouvidas 21 testemunhas de acusação e nenhuma de defesa, pois foram dispensadas. Também houve o interrogatório dos três réus.
 
Três suspeitos de matar e ocultar o corpo da jovem Lais Eduarda Alves Bernaldo, de 17 anos, estão sendo julgados no Fórum de Jacupiranga, no interior de São Paulo. O julgamento teve início na terça-feira (11) e a previsão é que seja encerrado nesta quarta-feira (12). A adolescente desapareceu no dia 28 de fevereiro de 2016 e, na época, o inquérito policial concluiu que ela havia sido morta. O corpo da jovem nunca foi encontrado.
 
Lais morava em Cajati, no interior de São Paulo. Ela foi à residência da avó para ajudar a cuidar dos sobrinhos e desapareceu no caminho de volta para a casa. O celular dela também não foi encontrado. Porém, a polícia apurou que a última ligação foi de Mauro Pontes Junior. Ele é o pai da filha de Lais e ex-chefe da jovem.
 
Mauro é um dos acusados de cometer o crime e, na época, confirmou à polícia que havia falado com a jovem no dia em que ela desapareceu. A esposa de Mauro, Bruna Keli Ferreira, e o irmão dela, Rafael Jean Ferreira, também são acusados de participar do homicídio.
 
O julgamento, que tramita pela 1ª Vara Criminal de Jacupiranga, teve início por volta de 12h de terça-feira (11) e seguiu até às 23h. Durante todo o dia, foram ouvidas 21 testemunhas de acusação e nenhuma de defesa, pois foram dispensadas. Também houve o interrogatório dos três réus.
 
Nesta quarta-feira, conforme informado pelo Tribunal de Justiça, não há nenhuma testemunha para ser ouvida na sessão, que teve início às 10h. Somente acontecerão os debates entre a promotoria e a defesa, além da votação da comissão do júri, composta por sete pessoas. Após o voto, o juiz sentencia a pena dos criminosos, prevista para ser deferida ainda nesta quarta-feira.
 
Entenda o caso
Laís não é vista desde fevereiro de 2016, quando saiu da casa da avó, após uma visita. Ela sumiu três dias depois de receber mensagens ameaçadoras no celular. No dia do desaparecimento, ela teria ligado para a mãe, avisando que estava voltado para a casa, mas agiu de maneira estranha ao telefone.
 
“Enquanto ela estava na casa da avó, minha irmã a viu falando ao telefone, baixinho. Ela chegou pertinho para tentar ouvir a conversa, mas a Lais ficou quieta e só a outra pessoa falava”, lembra a mãe, Rosilda Alves da Silva. Depois disso, Lais saiu de casa e não foi mais vista.
 
No mesmo dia, ela também teria falado com Mauro, pai de sua filha, que confirmou a informação à polícia. Devido ao desaparecimento, a família acionou as autoridades, que passaram a investigar o caso. Na época, os investigadores levantaram a hipótese de a jovem ter sido sequestrada e morta.
Durante as investigações, a polícia fez uma perícia em uma casa da zona rural de Cajati, onde Lais teria sido levada pelos criminosos. No local, foram encontrados vestígios de sangue humano. O inquérito policial concluiu que Bruna Keli, esposa de Mauro, foi a mandante do sequestro. Mauro e Rafael executaram a jovem e ocultaram o cadáver.

 
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